Desde seus primórdios, a humanidade tem registrado encontros com seres e fenômenos que desafiam a explicação convencional. Longe de serem meros mitos ou alegorias, textos sagrados guardam as crônicas de uma interação inteligências não-terrestres.
Em uma reviravolta inédita na ufologia nacional, o Arquivo Nacional do Brasil abriu cerca de 900 registros inéditos de avistamentos aéreos não identificados.
Uma formação rochosa de formato quadrado (fotografada em 2001 por um satélite da NASA, a Sonda Global de Marte — MGS) foi percebida na superfície do planeta Marte.
Ed Flames, nesse seu primeiro romance de ficção, se propõe a mergulhar no tema e criar personagens e situações factíveis com nosso século, que nos atropela e surpreende com a rapidez que se desenvolve em todas as áreas do conhecimento, principalmente da tecnologia.
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Desde os primórdios da civilização, quando os primeiros traços foram riscados na areia ou pedras foram esculpidas em formas geométricas, os jogos de tabuleiro serviram como um espelho fundamental da cognição humana. Eles não são meros passatempos; são sistemas fechados de lógica, estratégia, engano e previsão que encapsulam a complexidade da tomada de decisão humana em um ambiente controlado. É, portanto, inevitável que, na busca pela criação de uma inteligência artificial (IA) capaz de rivalizar ou superar a humana, esses mesmos tabuleiros tenham se tornado o laboratório primordial — a Drosophila melanogaster da ciência da computação.
O mercado editorial é feito de nuances que uma IA genérica ignora. Conheça a LIA — Literary Intelligence Agent (Agente de Inteligência Artificial Literária): a fusão entre minhas décadas de expertise editorial e o poder dos Agentes de IA verticalizados.
No mundo digital, um arquivo PDF é apenas um arquivo. Uma obra registrada, catalogada e identificada é um ativo patrimonial. Não confunda publicar (tornar público) com editar (tornar oficial). O serviço a seguir é para quem entende que o livro é, antes de tudo, uma propriedade intelectual.
O mercado editorial global atravessa um momento de inflexão histórica que transcende as revoluções tecnológicas anteriores. Diferentemente da transição do manuscrito para o impresso, ou do impresso para o digital (eBooks), a atual revolução silenciosa provocada pela Inteligência Artificial (IA) não altera apenas o suporte ou a distribuição, mas reconfigura a própria ontologia da criação literária e da economia do livro.
Objetivo do Curso: Capacitar autores a navegar pela revolução da Escrita com Inteligência Artificial, utilizando ferramentas de IA para desbloquear a criatividade, garantir consistência narrativa, otimizar a revisão e profissionalizar a publicação de suas obras. Público-alvo do Curso: Escritores (iniciantes e experientes), roteiristas, editores independentes e produtores de conteúdo.
Enquanto o tradicional Mercado Editorial foca seus esforços na defesa do passado, um universo literário independente, vasto e tecnologicamente sofisticado, está nascendo sob a égide da Inteligência Artificial.
O livro é um monólogo. O Avatar Literário é um diálogo. Imagine seu leitor podendo conversar com o protagonista do seu romance, tirar dúvidas técnicas com você (o autor) às 3 da manhã, ou interagir com o autor clássico que sua editora acabou de republicar. A LIA transforma texto estático em uma inteligência viva e interativa.
O Agente LIA — Recuperação Editorial foi desenhado para resolver as dores de editoras com catálogos parados, processos manuais caros e dificuldade de adaptação ao digital.
A implementação de uma Inteligência Artificial Literária, ou seja, uma Ia Verticalizada pra o Mercado Editorial eficiente exige método. Para garantir que a LIA resolva dores reais — e não apenas gere soluções aleatórias —, desenvolvo um protocolo de trabalho em etapas rigorosas.
Os Agentes de Inteligência Artificial LIA foram treinados e configurados com foco total em uma única IA vertical de conhecimento: o Mercado Editorial. Ela pode ainda ir ainda mais além e ser treinada especificamente para as suas questões enquanto autor de livros.