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Como nascem os agroglifos?

Por onde iniciar o entendimento sobre os glifos manifestados nas plantações?

Glifos que, em grego, quer dizer “inscrições”, são figuras tipográficas que podem dar características particulares, através de símbolos, a determinadas informações. Uma unidade glifo, geralmente, é uma manifestação mais abstrata, mas que pode trazer um significado maior dependendo do contexto.

Agroglifos são glifos nas plantações. São caracteres simbólicos, desenhos gravados geralmente usando o relevo de algumas culturas agrícolas, cultivadas nas plantações de cereais, por exemplo.

Mesmo que, atualmente, não tenhamos ainda um sistema acessível de decodicação para compreender os reais significados e até os objetivos por trás das manifestações, os agroglifos são considerados um sistema de comunicação.

Se considerarmos que as imagens por trás dos agroglifos são realmente um tipo de comunicação avançada, a ser interpretada, então precisaríamos de mais tempo para decodificá-las. E elas precisam ser compreendidas, se não, não seriam registradas. A questão é que o intervalo entre o plantio e a colheita de determinadas culturas é relativamente curto. E o período desde o surgimento dos glifos até seu eventual registro fotográfico, é menor ainda.

Então, se as plantações mantem um tempo curto de vida, porque as inteligências por trás dos glifos preferem manter suas comunicações através destas culturas? Porque as inteligências por trás das manifestações não imprimem os glifos em superfícies mais estáveis, mais duráveis? Porque registrá-las em plantações?

Se as tais inteligências por trás dos agroglifos são tão elevadas, ou superiores, como afirmam alguns teóricos do tema, então porque as imagens presentes nos glifos das plantações não trazem algum tipo de decodificador? E se há um decodificador para que os glifos sejam interpretados, onde eles estão?

Agroglifos são, na verdade, alografias. Alografias que, em grego, quer dizer “outro escrito”, podem trazer vários significados. No caso dos glifos nas plantações, as imagens não estão relacionando a palavras ou sons. E se estamos tratando de imagens, é com imagens que devemos buscar um caminho para iniciar a decodificação dos agroglifos.

Podemos iniciar uma decodificação, portanto, observando os terrenos onde os glifos são cunhados. Se verificarmos na figura 1, a seguir, os terrenos onde as culturas agrícolas são cultivadas, perceberemos que eles possuem, originalmente, linhas duplas que formam o campo das plantações.

Sempre que pesquisamos os agroglifos, voltamos os nossos olhos, especificamente, para os glifos, depois que eles já estão registrados, e não para o que está ao redor deles. Mas o que estaria ao redor dos glifos que poderiam ser tão importantes quanto aquelas imagens mais tarde formadas?

Os glifos escritos nos campos de plantações podem, à primeira vista, parecerem manifestações abstratas, sem talvez guardar nenhum sentido aparente ou conexo entre eles. A meu ver, no entanto, os glifos autênticos escritos entre as plantações possuem ligaduras tipográficas cujos caracteres são dispostos em uma base, em um plano padrão, perceptível a qualquer um de nós, a olho nu. Na figura 4, a seguir, percebemos que os glifos, para serem escritos sobre os campos de plantações, precisam, necessariamente, do que iremos chamar de “pauta”.

Proponho que as imagens que já estão pré-formadas nas plantações, antes de os glifos serem cunhados, digamos assim, são o ponto de partida para que os glifos sejam mais tarde formados. Os glifos são registrados sobre uma base, ou pautas, pré-registradas. E me arrisco a afirmar que, sem a pauta, os glifos não seriam criados.

As linhas de base, ou as tais pautas às quais me refiro, são usadas, pelas inteligências que criam os glifos sobre as plantações, como ocorre quando precisamos registrar as notas musicais nas partituras.

As notas musicais, para serem registradas e, mais tarde reconhecidas, se utilizam de um sistema de pauta, também chamado pentagrama, por usar um conjunto de cinco linhas horizontais, paralelas e equidistantes. As entrelinhas das pautas, por sua vez, são utilizadas para escrever as notas nos quatro espaços formados por suas linhas. A música, portanto, é escrita no conjunto dessas linhas paralelas. Como os glifos.

Com essa premissa da pauta em mente, pense nos intervalos, nos sulcos, ou ranhuras, previamente criados nas plantações ― em culturas de cereais, colza, cana, capim ou trigo, na verdade não importa ―, como as linhas de uma pauta. Sobre essa ‘agropauta’ é que serão registrados os glifos.

Vejamos as figuras a seguir: essas fotos foram tiradas e arquivadas nos servidores da Google e mais tarde acessadas depois que glifos foram descobertos nessas regiões:

Figura 9

As gravuras estão inseridos no contexto destas pautas ao qual me refiro, e não fora delas. É possível encaixar quaisquer glifos numa pauta de cinco a dez linhas, ou seja, em quatro ou oito espaços de intervalos. Os glifos se manifestam primeiramente de modo padrão sobre pautas.

O fenômeno do aparecimento dos glifos ocorre porque as plantações em questão, algumas de trigo, são naturalmente formadas por linhas retas literalmente desenhadas, antes, pelos homens, e cujos intervalos formam o que agora podemos chamar de pauta.

Em síntese, os primeiros sinais ou registros são cunhados pelos próprios homens, são as linhas duplas que percorrem as culturas agrícolas de ponta a ponta em um terreno. Ou seja, os donos das plantações é que iniciam a comunicação com as inteligências por trás dos círculos, através da formação das linhas duplas. Essas linhas são marcadas, criadas, antes mesmo de as plantações ganharem a altura necessária para que os glifos mais tarde tomem sua forma.

O que as inteligências por trás dos glifos escritos sobre as plantações estão fazendo é um circunlóquio. Nele, há um uso excessivo de símbolos universais por meio de cenas figuradas e simbólicas, e não exatamente por meio de códigos que pudéssemos usar para chegar às palavras. Portanto, não importando ainda, nesse início, o significado de cada uma das imagens impressas nas plantações, elas podem ser interpretadas de diversas maneira ao bel prazer de seus interpretadores. O mais importante, agora, é o modo como iniciaremos a decodificação dos glifos e isso se dará através do entendimento a respeito do padrão no modo como elas se manifestam.

Um ponto importante nessa manifestação é que glifos são registrados e perpendicularmente localizados em um intervalo entre duas linhas, no caso das gravuras menores, e quatro, seis ou oito linhas de pautas, no caso das maiores. O epicentro, ou seja, o centro da imagem que o glifo forma, de todos os agroglifos está localizado há poucos metros, dependendo do tamanho da imagem, acima de uma linha qualquer que forma a pauta.

Figura 12 | O centro da imagem estará sempre localizado poucos metros acima de uma linha da pauta.

As linhas duplas são a base que representa um espaço bidimensional onde podem ser retratadas as informações que serão mais tarde cunhadas. Conforme visualizamos nas figuras 11 e 12, acima, o centro da manifestação dos glifos, não importa seu formato, está sempre localizado perpendicularmente sobre uma das linhas duplas que compõem uma pauta. A maioria dos glifos está no intervalo de cinco linhas, ou quatro espaços entre essas linhas. Mesmo os maiores mantêm este padrão. A decodificação, portanto, se inicia catalogando as centenas de mensagens levando em conta essas pautas.

Agora faça sua busca na Internet pelas imagens de agroglifos e confira você mesmo a minha descoberta:

Figura 13 | O padrão se mantém desde os agroglifos mais simples até os mais sofisticados.
Figura 14
Figura 15
Figura 15

Há um centro nas imagens dos glifos. Se observarmos esses epicentros de modo atento, percebemos que a maioria das imagens pende ligeiramente ora para a esquerda, ora para a direita. Sua visualização portanto depende da posição geográfica em que as fotos foram tiradas. De qualquer modo, todos os agroglifos possuem registros levemente inclinados. Isso ocorre porque as imagens demonstram que os glifos estão em movimento?

Pretendo apontar novos olhares sobre essa minha descoberta, por enquanto, ficamos por aqui. Inclusive, sobre este mesmo assunto, terminei um texto em maio de 2017, “Os Verdadeiros Agroglifos”, ainda inédito, onde afirmo que a constatação de que os verdadeiros agroglifos são fixados a partir das linhas duplas dos arados, nas plantações, refuta qualquer tese de que o fenômeno seja uma atividade humana. E a prova está ao redor dos próprios círculos.

Nesse texto, ainda inédito, disserto com detalhamento minha descoberta sobre o padrão de como os glifos são registrados nas plantações. Apesar do texto encontrar-se inédito, pretendo ter o prazer e a oportunidade de vê-lo publicado muito em breve. Até lá, se você for usar este conhecimento, seja ético, não esqueça de citar a fonte.

Por enquanto, o que eu pretenderia responder com essa descoberta é: existiria um modo de iniciar o entendimento para os glifos que são registrados nas plantações? Sim. É só dar uma passada rápida por qualquer agroglifo para perceber que a totalidade das imagens é criada de modo padrão sobre as linhas que compõem pautas sobre as plantações

Ednei Procópio é escritor e Editor especializado em eBooks; e consultor da revista UFO.

Se for usar este conhecimento, seja ético, cite a fonte!

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4 COMMENTS

  1. Apenas vou dizer o que é, não tenho intenção de explicar, pelo simples fato que a maneira cartesiana que nos comunicamos há eons é em si uma forma a qual o conhecimento não pode ser expresso. Os desenhos são apenas a marca do impacto das energias contendo Informação que chegam de outros lugares. As informações dessa energia podem ser acessadas apenas através da elevação da tua própria vibração que em algum momento poderá entrar em ressonância com a mesma então você recebe essa consciência. O desenho em si é apenas a marca do impacto não é o mais importante, contudo a intenção das formas é quebrar sua forma condicionada de pensar e de ver.

    • Virot, creio que ainda esteja um pouco cedo para que a Inteligência Artificial possa ser usada para decifrar os agroglifos. O que pode acontecer logo logo com um bom poder de processamento é a gente poder subir diversas imagens dos agroglifos ao mesmo tempo para um IA para ela encontrar padrões. Por enquanto, tem IA que só deixa subir uma única imagem por vez. E uma questão importante é que a gente não tem fotos tiradas dos agroglifos de modo padrão, porque ajudaria bastante neste processo.

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