O anúncio do Personal Computer da Perplexity para o ecossistema Windows, e a sua anterior e robusta implementação no sistema operativo macOS, desconstruíram definitivamente a barreira que separava a ferramenta de escrita do investigador inteligente. A inteligência artificial (IA) deixou de ser um mero oráculo confinado a uma janela isolada de um navegador de internet, passando a residir diretamente no disco rígido do utilizador, capaz de interagir ativamente com o seu ambiente local.
Revelações recentes, trazidas a público durante litígios judiciais por violação de direitos de autor, expuseram uma prática drástica: empresas de vanguarda, como a Anthropic, adquiriram milhões de livros físicos, digitalizaram o seu conteúdo a velocidades industriais e, subsequentemente, destruíram os exemplares originais para treinar redes neurais avançadas, como o modelo Claude.
Chatbots integrados a eBooks e audiolivros permitem fazer perguntas sobre personagens, contextos e ideias, mas levantam debates sobre direitos autorais, remuneração de escritores e os limites da mediação por Inteligência Artificial
Com o pioneirismo do Gemini Storybook e os novos testes do aplicativo StoryKit pela Meta, as gigantes da tecnologia entram em definitivo no ecossistema dos contos infantis — unindo personalização por IA, interatividade e novos debates para a formação leitora.
Relatório britânico aponta apenas 6% de adoção declarada no setor editorial. O dado não revela atraso simples, mas expõe um impasse entre inovação, autoria, direitos autorais e confiança.
Em uma ação judicial que promete redefinir o futuro da literatura na era digital, gigantes do mercado editorial acusam a big tech de perpetrar uma das maiores infrações de direitos autorais da história para treinar sua IA, o Gemini.
Ao longo de oito encontros, os participantes aprenderão a utilizar ferramentas de Inteligência Artificial como parceiras do processo criativo, explorando desde a geração de ideias e memórias pessoais até a elaboração de sinopses, apresentações de livros e desenvolvimento de capítulos.
O legado místico de Johann Kaspar Hechtel e o baralho “Das Spiel der Hoffnung” que revolucionou os oráculos cartográficos e as ferramentas de adivinhação