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O mercado editorial mundial pós-pandemia

O Mercado Editorial Brasileiro inserido em um cenário de pós-pandemia global

O mercado editorial mundial pós-pandemia

Por Ednei Procópio

Sobre o recente agravamento da crise do mercado editorial por conta da pandemia, gostaria de registrar o seguinte sobre algo que venho pensando há algum tempo:

Não penso que nós temos que enfrentar a atual crise do mercado editorial e literário. Penso que nós não iremos conseguir fazer isto; nós não conseguiremos nos reerguer em cima daquele velho padrão que manteve o antigo mercado. Nós não temos capacidade revolucionária para mudar a atual situação; nem condições físicas, mentais; e, muitas vezes, considções financeira para bancar isto.

Precisamos ir além, vacilarmos menos diante das mudanças, ser mais corajosos. O mercado editorial, com toda sua cadeia produtiva carcomida, velha e enferrujada, tal qual nós conhecíamos, morreu. Já era, gente! Foi soterrada juntamente com os barões das velhas mídias e, quer saber? Foram tarde!

Não acredito que reergueremos o velho, antigo, soberbo e egoísta mercado editorial. “Ninguém coloca remendo novo em roupa velha; porque o remendo força o tecido da roupa e o rasgo aumenta” (Mateus 9:16).

Na construção de um novo mercado editorial, temos de resolver, por exemplo, de uma vez por todas, a questão central da precificação dos livros e as políticas dos descontos aplicados entre os agentes; algo que sempre foi um entrave em nosso antigo modelo de negócios.

E um novo mercado editorial em meu ver não pode, por exemplo, também, depender mais daquela espera usual pelas entidades de classe; precisamos criar um novo cenário de cooperação; mais real e autêntica; às vezes, alguns movimentos orgânicos dão mais certo. Segundo um amigo, “cooperação, colaboração, compartilhamento são velhas palavras que precisam se transformar em práticas cotidianas.”

Precisamos criar um Mercado Editorial Brasileiro inserido em um cenário de pós-pandemia global. Mas não quero me estender pelo menos agora em detalhes. Sei que temos a capacidade de criar, do zero, algo novo. Podemos criar um mercado editorial de uma simbiose perfeita de tudo o que aprendemos com os livros impressos e os digitais. Um mercado editorial próspero, baseado em uma economia criativa; não egoísta, mais humano, participativo, colaborativo, solidário, progressista, real e efetivamente compartilhado por todos editores, livreiros, bibliotecários, autores e leitores.

Leia também A disruptura do mercado editorial mundial!

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