Transformo sua atual assinatura de IA genérica em um verdadeiro Agente Literário Verticalizado. Transformo seu robô gerencial em um especialista editorial verticalizado. E o melhor: o Protocolo LIA roda na sua máquina, na sua conta, sob o seu controle e com os seus dados.
Em um momento em que boa parte da indústria fonográfica grita “parem as máquinas” sempre que alguém fala em Inteligência Artificial (IA), uma cena nova começa a se formar: em vez de temer a tecnologia, alguns artistas estão compondo junto com ela.
É desse encontro que nasce Iara Luz, uma cantora virtual, um avatar criado 100% com IA, filha direta da tradição da música brasileira e da ousadia digital da gravadora Nhocuné Music.
Desde os primórdios da civilização, quando os primeiros traços foram riscados na areia ou pedras foram esculpidas em formas geométricas, os jogos de tabuleiro serviram como um espelho fundamental da cognição humana. Eles não são meros passatempos; são sistemas fechados de lógica, estratégia, engano e previsão que encapsulam a complexidade da tomada de decisão humana em um ambiente controlado. É, portanto, inevitável que, na busca pela criação de uma inteligência artificial (IA) capaz de rivalizar ou superar a humana, esses mesmos tabuleiros tenham se tornado o laboratório primordial — a Drosophila melanogaster da ciência da computação.
No Rio de Janeiro da virada do século XIX para o XX havia uma efervescência cultural muito vista no país de sua época, mas historicamente pouco registrada. Surgiam novos espaços de lazer – cinemas, teatros, cafés-concerto, casas de chá...