O mercado do consumo vem crescendo cada dia mais em todo o mundo, tendo sempre como fiel aliada as constantes inovações tecnológicas. Celulares, câmeras, iPods, tablets e diversos aparelhos fazem parte do cotidiano de todas as pessoas, proporcionando facilidade de acesso à informação e interligando todos os amantes da tecnologia.
Credencial de participação de Ednei Procópio na 23ª Convenção Nacional de Livrarias, evento promovido pela Associação Nacional de Livrarias — ANL em 28 de Agosto de 2013, no Windsor Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro. O evento teve como...
O mercado editorial brasileiro caminha com um modelo de negócios para eBooks se ajustando ainda lentamente. Vários são os motivos. Segundo levantamento realizado em junho pela Câmara Brasileira do Livro [CBL], de um universo pesquisado durante a quarta edição do Congresso Internacional do Livro Digital, 32% afirmou que dificuldades [como qual tecnologia utilizar, e a falta de conhecimento técnico] impedem a entrada da sua editora no mercado digital.
Todos os livros, absolutamente todos, para registrar e circular informação e conhecimento, necessitam de um hardware. Nem que seja hardwares em formato de tabletes de argilas, e-readers, papiro, parede de cavernas, telas de smartohpnes, tablets, papel impresso ou até bambu.
Muito se tem estudado sobre a atuação de empresas como Google, Kobo, Apple e Amazon no Brasil. As plataformas que esses players oferecem podem estar mais próximas do alcance das editoras, e do autor, do que possa imaginar. Mas ainda é preciso preparar-se para um novo cenário no mercado editorial.
O número de leitores tem aumentado no Brasil. Resultados apresentados por uma pesquisa feita Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas [Fipe] para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros [SNEL] e Câmara Brasileira do Livro [CBL] indicam crescimento de 7,2% nas vendas de livros entre 2010 e 2011 – últimos dados fechados disponíveis. As editoras brasileiras comercializaram 469,5 milhões de exemplares em 2011 É um novo recorde para o setor.