A indústria editorial contemporânea encontra-se em um ponto de inflexão crítica e irreversível no que diz respeito à acessibilidade, à transmutação de formatos e à democratização do consumo literário.
O mercado editorial global atravessa um momento de inflexão histórica que transcende as revoluções tecnológicas anteriores. Diferentemente da transição do manuscrito para o impresso, ou do impresso para o digital (eBooks), a atual revolução silenciosa provocada pela Inteligência Artificial (IA) não altera apenas o suporte ou a distribuição, mas reconfigura a própria ontologia da criação literária e da economia do livro.
Objetivo do Curso: Capacitar autores a navegar pela revolução da Escrita com Inteligência Artificial, utilizando ferramentas de IA para desbloquear a criatividade, garantir consistência narrativa, otimizar a revisão e profissionalizar a publicação de suas obras. Público-alvo do Curso: Escritores (iniciantes e experientes), roteiristas, editores independentes e produtores de conteúdo.
O mercado editorial brasileiro vive uma revolução silenciosa impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Antes vista apenas como uma tendência futurista, a IA tornou-se uma realidade transformadora em cada etapa da cadeia do livro, do brainstorming inicial à distribuição global. Modelos de linguagem avançados demonstraram o potencial dessa tecnologia em tarefas que vão da geração de textos para a capa do livro, por exemplo, até à análise de dados das vendas dos exemplares.
Nos últimos anos, o mercado de audiolivros tem experimentado um crescimento notável em todo o mundo. A conveniência de consumir conteúdo durante deslocamentos, atividades domésticas ou exercícios físicos tem atraído uma base crescente de ouvintes.
Quando meu amigo de infância e parceiro musical Marcelo Roque — poeta, artista plástico e letrista de mão cheia — e eu criamos o projeto musical Nhocuné Music, a primeira coisa que fizemos foi colocar uma pergunta na nossa descrição do nosso canal lá no YouTube: “Mas, afinal, o que é o Nhocuné Music? Uma gravadora? Um selo independente? Uma banda? Uma estação de rádio? Um canal de música?”