Decisões recentes nos EUA autorizam o uso de obras protegidas no treinamento de IAs sob a doutrina do “uso legítimo” (fair use), mas acendem um debate sobre limites legais, pirataria e o futuro da criatividade frente à inteligência artificial.
Olá! Sou Ednei Procópio, leitor, escritor e editor de livros. Trabalho há anos como empreendedor editorial e gestor de inteligência artificial no mercado de publicações. Sou reconhecido como um dos maiores especialistas em livros digitais do Brasil e atuo como editor literário com foco...
A consistência de um personagem literário é a espinha dorsal de uma ficção verossímil. É o fio invisível que costura as ações, os diálogos e as motivações de uma figura literária, transformando um nome numa página numa presença viva na mente do leitor.
Muitos editores, agentes e autores ainda encaram a inteligência artificial com desconfiança: receiam que algoritmos substituam parte da criatividade humana ou diluam a qualidade do catálogo. Essa discussão sobre como usar IA no processo de produção editorial, porém, é secundária diante de um fato mais urgente. Os grandes modelos de linguagem — GPT-4, Claude, Gemini, Mistral e afins — já 'lêem' milhões de livros publicados para construir o seu próprio conhecimento interno; em outras palavras, a IA já depende estruturalmente dos conteúdos que o setor livreiro produz.
Começar um romance é empolgante, mas terminar pode ser desafiador. Muitos escritores têm ótimas ideias, escrevem alguns capítulos e então se deparam com bloqueios criativos ou se perdem no enredo. E se você pudesse contar com a ajuda de uma inteligência artificial para guiá-lo do início até o fim da sua história?
Ferramenta de IA auxilia romancistas, roteiristas e contistas na geração de ideias, expansão de cenas, criação de diálogos e construção de mundos. Plataforma já funciona em português e promete agilizar o processo criativo dos autores de ficção.