A alvorada da inteligência artificial (IA) e as novas fronteiras da arqueologia digital estão orquestrando uma ressurreição literária sem precedentes. Máquinas projetadas no século XXI estão decifrando tanto as cinzas de Herculano quanto o barro fragmentado da antiga Mesopotâmia, provando que a tecnologia mais futurista da nossa era encontrou a sua vocação mais poética: atuar como intérprete dos mortos.
O mercado editorial brasileiro vive uma revolução silenciosa impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Antes vista apenas como uma tendência futurista, a IA tornou-se uma realidade transformadora em cada etapa da cadeia do livro, do brainstorming inicial à distribuição global. Modelos de linguagem avançados demonstraram o potencial dessa tecnologia em tarefas que vão da geração de textos para a capa do livro, por exemplo, até à análise de dados das vendas dos exemplares.