O mercado editorial brasileiro vive uma revolução silenciosa impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Antes vista apenas como uma tendência futurista, a IA tornou-se uma realidade transformadora em cada etapa da cadeia do livro, do brainstorming inicial à distribuição global. Modelos de linguagem avançados demonstraram o potencial dessa tecnologia em tarefas que vão da geração de textos para a capa do livro, por exemplo, até à análise de dados das vendas dos exemplares.
O mercado de audiolivros está em constante evolução, impulsionado por um público cada vez mais ávido por experiências imersivas e convenientes. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) surge como um elemento transformador, revolucionando a maneira como os audiolivros são produzidos, distribuídos e consumidos.