Este artigo se propõe soluções e convida o leitor a assumir o protagonismo na construção de uma regulação da IA equilibrada, onde inovação tecnológica e valorização do criador caminhem lado a lado. Ao avançar pelas próximas páginas, você encontrará tanto alertas quanto ferramentas práticas para transformar a IA de ameaça difusa em aliada concreta. Afinal, se as máquinas aprendem com as nossas histórias, é justo que nós — contadores dessas histórias — continuemos no centro da narrativa.
Convido você a explorar este conteúdo comigo: ele não é apenas uma coleção de textos — é o esboço vivo de uma reflexão em construção sobre o presente (e o futuro) da leitura, da escrita e da edição na era dos algoritmos.
Com o advento da Inteligência Artificial, a Amazon está potencializando sua capacidade já dominante no mercado editorial e livreiro, ampliando ainda mais os riscos de canibalização desse setor.
O livro sempre acompanhou os grandes ciclos de transformação da humanidade. Sobreviveu à oralidade, reinventou-se com a prensa de Gutenberg, ampliou-se com os bits digitais e agora, no limiar da terceira década do século XXI, inicia uma nova fase: a era da inteligência artificial.
Diante do avanço exponencial da inteligência artificial (IA), o Copyright Office iniciou uma série de investigações para compreender e regular as implicações dessa tecnologia na criação de obras intelectuais.
O texto explora a revolução da Inteligência Artificial (IA) no universo literário, apresentando uma visão abrangente de como essa tecnologia está transformando o processo de escrita, publicação e distribuição de livros.