É com grande entusiasmo que compartilho hoje um marco importante na minha jornada profissional. Neste dia 26 de novembro de 2025, concluí oficialmente o meu Curso de Especialização em Inteligência Artificial, uma Pós-Graduação "Lato-Sensu" realizada pela Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo (FAMEESP).
Nas últimas décadas, a Inteligência Artificial (IA) transformou radicalmente diversos setores, e a literatura não ficou imune a essa revolução. A capacidade de algoritmos para compreender e gerar linguagem natural tem possibilitado o surgimento de ferramentas capazes de colaborar e, em alguns casos, até de criar autonomamente obras literárias.
Em um momento em que boa parte da indústria fonográfica grita “parem as máquinas” sempre que alguém fala em Inteligência Artificial (IA), uma cena nova começa a se formar: em vez de temer a tecnologia, alguns artistas estão compondo junto com ela.
É desse encontro que nasce Iara Luz, uma cantora virtual, um avatar criado 100% com IA, filha direta da tradição da música brasileira e da ousadia digital da gravadora Nhocuné Music.
Desde os primórdios da civilização, quando os primeiros traços foram riscados na areia ou pedras foram esculpidas em formas geométricas, os jogos de tabuleiro serviram como um espelho fundamental da cognição humana. Eles não são meros passatempos; são sistemas fechados de lógica, estratégia, engano e previsão que encapsulam a complexidade da tomada de decisão humana em um ambiente controlado. É, portanto, inevitável que, na busca pela criação de uma inteligência artificial (IA) capaz de rivalizar ou superar a humana, esses mesmos tabuleiros tenham se tornado o laboratório primordial — a Drosophila melanogaster da ciência da computação.
A indústria editorial está passando por uma revolução silenciosa, impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Essa tecnologia inovadora está transformando a forma como os conteúdos dos livros são criados, abrindo portas para novas possibilidades e desafios.