A maior preocupação de uma editora didática ao adotar Inteligência Artificial é a precisão. Na educação, não há margem para as famosas alucinações dos modelos genéricos. Um aluno não pode receber uma resposta historicamente incorreta ou um dado científico inventado. O Agente LIA — Livros Didáticos resolve esse problema implementando arquiteturas de IA ancoradas em fatos verificáveis.
O que um tipo de licença, criada por uma organização americana, sem nenhum respaldo na legislação brasileira, estaria fazendo em um edital para a compra governamental de livros?