Juntamente com ferramentas para podcasts gerados por IA, o Spotify apresentou nesta quinta-feira uma nova ferramenta de inteligência artificial, alimentada pela ElevenLabs, para autopublicação...
Há livros que contam uma história. E há livros que criam um mundo. A Montanha Mágica, de Thomas Mann, pertence decididamente à segunda categoria. Mais do que um romance, trata-se de uma experiência literária total: uma obra em que o tempo se dilata, o pensamento se dramatiza, a doença se transforma em metáfora e a própria existência humana é observada sob uma luz rara, ao mesmo tempo filosófica, poética e perturbadora.
Sou editor e escritor. Trabalho com palavras todos os dias desde a década de 1990. Escrevo, reviso, corrijo, reorganizo ideias, preparo textos, edito livros, penso títulos, subtítulos, sinopses, quarta capas, apresentações comerciais, projetos editoriais e conteúdos digitais. E há uma coisa curiosa nisso tudo: apesar de toda a revolução tecnológica das últimas décadas, a minha principal ferramenta de trabalho continua sendo praticamente a mesma em essência: o teclado.
O primeiro escritor virtual com personalidade própria lança romance escrito por IA. Escrito em 24 horas por uma Inteligência Artificial (IA), romance de ficção científica é lançado com registro oficial de Direito Autoral, ISBN e Ficha Catalográfica — e provoca um debate inédito sobre quem pode, afinal, ocupar o lugar de autor.
Meu conceito de uma editora AI-First não se limita à simples adoção de assistentes de escrita, mas propõe também uma reconfiguração total da cadeia de valor, onde a inteligência artificial deixa de ser uma ferramenta acessória para se tornar o motor de processamento central de todas as etapas, desde a prospecção de ideias até a distribuição global em múltiplos formatos.
A arquitetura do segredo governamental norte-americano sobre os Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs) — vulgo Objetos Voadores Não Identificados (UFOs ou Óvnis)— sofreu sua primeira fissura estrutural definitiva.
A assinatura da portaria interministerial que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o decênio 2026-2036, ocorrida em uma cerimônia solene no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) em 23 de abril de 2026, marca o início de uma nova era para as políticas culturais e educacionais no Brasil.
Gestor de Inteligência Artificial com 25 anos de experiência em inovação editorial. Lidera projetos de machine learning, automação de fluxos e voz sintética para audiobooks, eBooks, Impressão Sob Demanda (POD) e materiais didáticos, unindo criatividade humana e eficiência algorítmica. Atua com editoras, autores e faculdades, reduzindo custos, acelerando lançamentos e ampliando a acessibilidade dos conteúdos.