Com o pioneirismo do Gemini Storybook e os novos testes do aplicativo StoryKit pela Meta, as gigantes da tecnologia entram em definitivo no ecossistema dos contos infantis — unindo personalização por IA, interatividade e novos debates para a formação leitora.
Relatório britânico aponta apenas 6% de adoção declarada no setor editorial. O dado não revela atraso simples, mas expõe um impasse entre inovação, autoria, direitos autorais e confiança.
Em uma ação judicial que promete redefinir o futuro da literatura na era digital, gigantes do mercado editorial acusam a big tech de perpetrar uma das maiores infrações de direitos autorais da história para treinar sua IA, o Gemini.
Ao longo de oito encontros, os participantes aprenderão a utilizar ferramentas de Inteligência Artificial como parceiras do processo criativo, explorando desde a geração de ideias e memórias pessoais até a elaboração de sinopses, apresentações de livros e desenvolvimento de capítulos.
O legado místico de Johann Kaspar Hechtel e o baralho “Das Spiel der Hoffnung” que revolucionou os oráculos cartográficos e as ferramentas de adivinhação
A coleção de Dee não era um mero repositório estático; era um organismo vivo, uma academia não oficial, um laboratório de ideias e um gabinete de maravilhas que atraía as mentes mais brilhantes da Europa continental e da própria Inglaterra. A história de como este monumental acervo foi construído e, de forma devastadora, saqueado, oferece uma janela inigualável para a mente de um homem que tentou decifrar os mistérios últimos do universo.
Em um mundo onde a Inteligência Artificial ganha cada vez mais espaço na criação de conteúdo, como podemos garantir a autenticidade e a rastreabilidade da autoria humana? A resposta está na organização e na padronização dos metadados.
A alvorada da inteligência artificial (IA) e as novas fronteiras da arqueologia digital estão orquestrando uma ressurreição literária sem precedentes. Máquinas projetadas no século XXI estão decifrando tanto as cinzas de Herculano quanto o barro fragmentado da antiga Mesopotâmia, provando que a tecnologia mais futurista da nossa era encontrou a sua vocação mais poética: atuar como intérprete dos mortos.